
Fazendo a passagem de som para a apresentação de Robinho no dia 06 de dezembro em Campo Grande.
Eu estava no baixo, o Felipe no violão nylon, O Pedro na viola de 12 e o Robinho cantava.
O Laboratório de Música se faz presente.
Ainda falta a Ana ali...
Tocamos música de qualidade, com alegria, com emoção.
Sem drogas. Sem álcool.
Até quando teremos que falar que Drogas e Arte não são coisas afins!
Entendemos que alguns artistas procuram fazer todo tipo de argumentação para relacioná-las à Arte. Sabemos que muitos procuram ter uma relação de intimidade para tal, é uma questão de escolha. Não entra aqui juízo de valor. A vida é uma questão de escolha!
Apenas dizemos que jovens, cronológicos ou não, podemos tocar música sem drogas. Deixem-nos fazer isso! Não fazemos apologia do crime, as drogas ilícitas fazem parte do que se entende como crime! Fazemos apologia da Arte. Nesse caso, fazemos apologia da Música.
Bj

